quinta-feira, 2 de julho de 2009

Um Louco Apaixonado

O filme conta a história de Sidney (Simon Pegg), um desiludido com o mundo das celebridades, sem nenhuma fama ou glamour que trabalha em uma revista que vive de ironizar e flagrar gente famosa em atos obscenos. Até que de forma inesperada, após um trabalho de grande repercussão, o editor Clayton Harding (Jeff Bridges) enxerga algo familiar na conduta de Sidney e lhe oferece um emprego na grande e importante revista de Nova York, Srarps Magazine.
Com esse novo emprego, Sidney começa a crescer profissionalmente e tornar-se famoso, assim conhece a estrela, e sua musa secreta, Sophie Mães (Megan Fox). Essa nova vida, cheia de celebridades relâmpagos e festas, o coloca em um grande dilema, cair no mundo do glamour ou ficar com seu grande amor, a colega Alison Olsen (Kirsten Dunst).

Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada







A história seguirá o personagem-título, Dan (Steve Carell, de O Virgem de 40 Anos), um viúvo e pai de três filhas. O sujeito escreve uma coluna de aconselhamento familiar em um jornal local e tem como base regras bastante rígidas de comportamento. Todavia, quando se vê envolvido e apaixonado pela namorada de seu irmão, todos os seus conceitos serão revistos. Juliette Binoche (Invasão de Domicílio) interpreta o interesse amoroso do personagem de Carell, enquanto Dane Cook (Amigos, Amigos, Mulheres à Parte) vive o seu irmão. No elenco, também estão John Mahoney (Atlantis - O Reino Perdido), Dianne Wiest (Da Magia à Sedução), Alison Pill (Querida Wendy), Brittany Robertson (Keeping Up With the Steins), Emily Blunt (O Diabo Veste Prada), entre outros. O responsável pela direção foi Peter Hedges (Gilbert Grape - Aprendiz de Sonhador), o qual também escreveu o roteiro ao lado de Pierce Gardner (Acertando As Contas com Papai). EXTRAS: Em uma cena, Marie (Juliette Binoche) é vista usando uma camiseta que traz estampado Oak Park. O ator John Mahoney viveu por muitos anos em Oak Park, no estado de Illinois; A premissa do roteiro foi diretamente inspirada nas experiências do co- roteirista Pierce Gardner, que passava todos os verões reunido com a família da esposa e vários parentes em Rhode Island; O dueto chamado La ci darem la mano, interpretado por Howard (Frank Wood) e sua esposa, foi tirado de Don Giovanni, de Mozart. O trecho da ópera mostra Don Giovanni tentando convencer Zerlina a deixar seu noivo.

Sindicato de Ladrões

Johnny Friendly (Lee J. Cobb) é um gângster que atua nas docas de Noa Yorl. Ele é também o chefe do sindicato, sendo assessorado por Charley Malloy (Rod Steiger), um vil advogado. Os dois usam um ex-boxeador, Terry Malloy (Marlon Brando), que é irmão de Charley, para atrair Joey Doyle (John F. Hamilton) até o telhado, onde dois capangas de Friendly o empurram para a morte. O motivo do assassinato era que assim ele nada falaria para a comissão do crime, ou seja, era um delator, e para aqueles que controlavam o sindicato merecia morrer. Terry atraiu Joey com uma certa dose de inocência, pois acreditava que os capangas iam só dar uma "prensa" nele. Edie Doyle (Eva Marie Saint), a irmã do homem assassinado, demonstra toda a sua revolta quando o padre Barry (Karl Malden) dava os últimos sacramentos para Joey. No dia seguinte Glover (Leif Erickson) e Gillette (Martin Balsam), dois membros da comissão que investiga o crime nas docas, quer interrogar Terry, mas ele diz que não tem informação para lhes dar. Logo Terry conhece Edie e começa a se sentir responsável pela morte de Joey. O padre Barry cede os fundos da igreja para os portuários se reunirem com segurança e para ver o que está acontecendo. Charley diz a Terry para que vá à reunião e lá o padre pergunta quem matou Joey Doyle. O medo faz todos silenciarem. Não tendo conseguido nada e estando prestes a encerrar a reunião, os capangas de Johnny começam a quebrar os vidros da igreja. Os poucos que tiveram coragem de ir eram atingidos por golpes de canos ou tacos de beisebol, quando saiam da igreja. Barry jura para "Kayo" Dugan (Pat Henning), um dos portuários com maior representatividade, que não irá se intimidar com tal agressão. Paralelamente nada acontece com Edie, que foi retirada da igreja por Terry. Os dois conversaram, mas o pai dela odiou saber que sua filha estava com o irmão de Charley. Ele está ansioso para que sua filha volte para o colégio, mas ela diz que não partirá até a morte do irmão ser esclarecida. Edie reencontra Terry e, apesar de ter várias coisas nele que a desagradem, há algo que não consegue definir. Porém algo deixa a situação muito tensa, pois Dugan coopera com a comissão mas, enquanto trabalhava, um engradado "acidentalmente" cai em cima dele, matando-o. Premiações- Ganhou 8 Oscars, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Marlon Brando), Melhor Atriz Coadjuvante (Eva Marie Saint), Melhor Direção de Arte - Preto e Branco, Melhor Fotografia - Preto e Branco, Melhor Edição e Melhor Roteiro. Recebeu ainda mais 3 indicações, nas categorias de Melhor Ator Coadjuvante (Karl Malden, Lee J. Cobb e Rod Steiger) e Melhor Trilha Sonora.- Ganhou 4 Globos de Ouro, nas seguintes categorias: Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor, Melhor Ator - Drama (Marlon Brando) e Melhor Fotografia - Preto e Branco. - Ganhou o BAFTA de Melhor Ator Estrangeiro (Marlon Brando), além de ter sido indicado nas categorias de Melhor Filme e Melhor Revelação (Eva Marie Saint).- Ganhou o Leão de Prata, no Festival de Veneza. - Ganhou o Prêmio Bodil de Melhor Filme Americano.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

MICHAEL JACKSON - A MAGIA E A LOUCURA

Maior astro pop de todos os tempos, Michael Jackson, além de fenômeno musical também é conhecido por suas manias e excentricidades. O cantor entrou para a carreira artística aos 5 anos de idade, no grupo Jackson 5, formado por mais quatro dos seus nove irmãos: Jackie, Tito, Marlon e Randy. Foi em 1965 que o Jackson 5, nome sugerido por um vizinho, venceu um concurso de talentos em uma escola local com a música “My Girl”, do grupo “The Temptations” - o que abriu as portas para a banda fazer sucesso em todos os EUA.No início da carreira, o grupo abria shows de grandes nomes da música americana, entre eles: The Pips, Gladys Knight e James Brown, que foi a inspiração de Michael para a dança. O Jackson 5 entrou para a história musical do país por ser uma das primeiras bandas formada apenas por negros a fazer sucesso, até que, em 1970, a música “I’ll Be There” estourou nas paradas americanas e fez com que o Jackson 5 virasse desenho animado, devido às incríveis marcas alcançadas com a venda dos produtos, que levavam o nome da banda. Michael sempre se destacou dos irmãos pela voz e pela dança e, apesar de ainda fazer parte do grupo, foi convidado a gravar um ‘single’ solo.“Got To Be There” foi o primeiro trabalho de Michael Jackson, lançado no final de 1971, e que logo fez sucesso com a música título, que ficou entre as 5 mais tocadas do ano. Em 1972, aos 14 anos de idade, lançou outro disco “Ben”, que marcou a sua personalidade como artista solo. Foi em 1975, que os irmãos decidiram mudar e formar “Os Jacksons” e Michael os acompanhou com sucesso até 1978, quando decidiu sair do grupo.No mesmo ano, Michael Jackson lançou o seu primeiro álbum “Of The Wall”, no qual misturou dance, rock, funk e baladas românticas. Fez sucesso com “Don’t Stop ‘Til You Get Enough” e “Rock With You”. Em 1982, lançou “Thriller” com produção de Quincy Jones. As músicas ficaram 37 semanas nas paradas e o álbum foi um dos mais vendidos por mais de 2 anos. Foram vendidas 60 milhões de cópias nos EUA e o astro ganhou 8 grammys de uma só vez. Em 1984, gravou mais um disco “Victory”, com os irmãos, que continuavam a carreira e participou da música “We Are The World” com outros artistas em ajuda ao povo africano.Começou a levantar suspeitas sobre sua vida pessoal, pois negou inúmeras entrevistas e criou a especulação de que dormia em câmara hiperbárica para retardar o envelhecimento. Até a mudança na voz foi associada a medicamentos hormonais. Comprou um rancho na Califórnia e deu o nome de “Neverland” (Terra do Nunca) e aumentou as suspeitas de sua obsessão por crianças. Além disso, começou a ser criticado pela comunidade negra por suas cirurgias plásticas para mudar a fisionomia e a cor da pele, apesar do cantor alegar ter vitiligo (doença que causa manchas no corpo).Afastado das produções musicais, o artista passou a trabalhar, em 1986, com os cineastas George Lucas e Francis Ford Coppola, o que lhe rendeu um filme em 3D chamado “Captain Eo” e que foi exibido até 1998 nos parques da Disney. Em 1987 voltou a gravar um disco, “Bad”, que teve como carro-chefe a música “I Just Can’t Stop Loving You”. Esse álbum conseguiu alcançar metade das vendas de “Thriller”, ou seja, 30 milhões de cópias.Em 1992 acabou sua parceria com Quency Jones e lançou “Dangeours”, que trouxe novas batidas e um som mais atual. A canção “Black or White” foi elogiada pela qualidade e criticada pela violência. Além dela, outras músicas entraram nas paradas de sucesso: “Remeber the Time”, In the Closet”, “Jam” e “Heal the World”. Acusado de molestar um garoto de 13 anos, em 1993, que passava os dias em seu rancho, Michael foi inocentado por falta de provas, mas deu uma quantia estimada em U$18 milhões para a família do menino, o que para a imprensa mundial foi um atestado de culpa. Para tentar recuperar a imagem, em 1994 casou com Lisa Marie Presley, filha de Elvis Presley, mas o relacionamento durou apenas 19 meses.Em 1995 lançou 2 CDs chamados “HIStory: Past, Present and Future, Book 1”, que misturaram músicas antigas e novas e tiveram como destaques a participação de Janet Jackson na canção “Scream” e a música “Chilldhood Theme”, que foi trilha sonora do filme “Free Willy 2”. Em 1996 casou-se novamente, agora com a enfermeira Debbie Rowe, com quem teve dois filhos: Prince Michael Jackson Jr. e Paris Michael Katherine Jackson.De volta às gravações inéditas, em 2001 Michael Jackson lançou “Invincible”. Teve problemas no videoclipe da música “What More Can’t Give”, que foi proibido por sua gravadora Sony Music, pois a direção do vídeo foi feita por Marc Schaffel, famoso por produzir filmes pornográficos. Michael alegou que a Sony estava sendo racista e acabou o contrato com a empresa. Sua decadência foi noticiada pelas inúmeras faltas aos compromissos agendados até que, na Alemanha, espantou o mundo ao segurar na sacada de um hotel seu filho caçula Prince Jackson II, na época com 11 meses, apenas com uma mão.Em 2003, lançou “Number Ones”, mas o que ficou em evidência foram as visitas da polícia ao seu rancho para investigar as acusações feitas contra o astro de molestar crianças, até que o cantor foi preso e teve que pagar fiança para ser liberado. No ano de 2004 o cantor enfrentou diversas acusações e, no ano seguinte, após diversas idas e vindas dos tribunais, foi inocentado de 10 acusações, 4 de abuso sexual.Nos anos de 2005 e 2006 o cantor figurou jornais e resvistas de todo o mundo, mas infelizmente não por causa de sua música e sim por envolvimento, suposto ou não, em diversos tipos de confusões e acusações. Um novo álbum está anunciado para breve.

Um Hotel Bom pra Cachorro

Elenco: Emma Roberts, Jimmy Bennett, Don Cheadle, Johnny Simmons, Lisa Kudrow.
Direção: Thor Freudenthal
Gênero: Comédia
Duração: 100 min.
Distribuidora: Paramount Pictures
Estreia: 20 de Fevereiro de 2009
Sinopse: A história fala sobre dois adolescentes órfãos que escondem vários cachorros num hotel abandonado. O problema é que aparece um assistente social (Don Cheadle) que vai cuidar da adoção das crianças, o que poderá separá-las dos animais.
Curiosidades: » Baseado no romance infantil 'Lost Treasures: Hotel for Dogs', escrito por Lois Duncan em 1971.

Cavaleiros Com Sangue de Aço

Na terra de Mirabilis, um grupo de quatro aventureiros composto por um homem, um elfo, um duende e um jovem trapaceiro se reúne para localizar o mítico Crucible, supostamente a fonte de todo o bloodsteel - um poderoso e resistente metal - existente no reino. Mas como a matéria-prima está se tornando cada vez mais rara, as forças do mal. lideradas pelo Dragão Eye e seu exército, lutarão para tomar posse desse bem tão precioso.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Os Seis Signos da Luz

Um garotinho – Will – descobre não ser um ser humano normal, mas um Old One – um mago poderoso, que tem o tio Merriman Lyon (Merlin), como mentor. Junto com a reencarnação do rei Arthur Pendragon, eles devem deter a ascensão do mal. Nessa obra existe o Bem, o Mal e a Magia Selvagem, que não é alinhada. Durante o Natal, o mal ataca Will numa igreja, pois o solstício de inverno, antes de ser uma data cristã, era uma festa celta.

Ponte para Terabítia

Jess Aarons (Josh Hutcherson) sente-se um estranho na escola e até mesmo em sua família. Durante todo o verão ele treinou para ser o garoto mais rápido da escola, mas seus planos são ameaçados por Leslie Burke (AnnaSophia Robb), que vence uma corrida que deveria ser apenas para garotos. Logo Jess e Leslie tornam-se grandes amigos e, juntos, criam o reino secreto de Terabítia, um lugar mágico onde apenas é possível chegar se pendurando em uma velha corda, que fica sobre um riacho perto de suas casas. Lá eles lutam contra Dark Master (Matt Gibbons) e suas criaturas, além de conspirar contra as brincadeiras de mau gosto que são feitas na escola. Direção: Gabor Csupo Roteiro: Jeff Stockwell e David Paterson, baseado em livro de Katherine Paterson Produção: Lauren Levine, Hal Lieberman e David Paterson Música: Aaron Zigman Fotografia: Michael Chapman Desenho de Produção: Robert GilliesFigurino: Barbara Darragh Edição: John Gilbert Efeitos Especiais: Film Effects Co. Ltd.

Homem-Aranha 3

Peter Parker (Tobey Maguire) conseguiu encontrar um meio-termo entre seus deveres como o Homem-Aranha e seu relacionamento com Mary Jane (Kirsten Dunst). Porém o sucesso como herói e a bajulação dos fãs, entre eles Gwen Stacy (Bryce Dallas Howard), faz com que Peter se torne auto-confiante demais e passe a negligenciar as pessoas que se importam com ele. Porém a situação muda quando ele precisa enfrentar Flint Marko (Thomas Haden Church), mais conhecido como o Homem-Areia, que possui ligações com a morte do seu tio Ben. Tendo que lidar com o sentimento de vingança, Peter passa a usar um estranho uniforme negro, que se adapta ao seu corpo. O sucesso como herói faz com que Peter Parker adquira uma confiança exagerada, deixando de lado as pessoas que se importam com ele. Até que precisa enfrentar o Homem-Areia e lidar com um estranho uniforme negro, que passa a usar. Dirigido por Sam Raimi (O Dom da Premonição) e com Tobey Maguire, Kirsten Dunst, James Franco, Thomas Haden Church, Topher Grace, Bryce Dallas Howard e James Cromwell no elenco

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Evanescence

No ano de 1994, em Little Rock, Arkansas, inicia-se a história do Evanescence. Ben Moody, com apenas quatorze anos de idade, participava de um acampamento para jovens promovido pela igreja local. Enquanto Ben acompanhava uma partida de basquetebol, percebeu do outro lado do ginásio, num palco, uma garota cantando e tocando ao piano a introdução da canção “I’d Do Anything for Love”, do músico americano Meat Loaf. A jovem, com apenas treze anos, que havia mudado-se recentemente com sua família para Little Rock, chamava-se Amy Lynn Lee. Seus pais, preocupados com o seu isolamento social, haviam encaminhado a garota para aquele acampamento, afim de que pudesse fazer amizades e integrar-se entre os jovens cristãos da cidade. Mas Amy passava horas ao piano e pouco se interessava em conhecer os demais participantes. Ao ouvi-la tocando, Ben Moody atravessou a quadra em direção à garota, ao aproximar-se, apresentou-se. Logo começaram a conversar; Amy mostrou a Ben algumas composições de sua autoria e concluíram que tinham a mesma tendência musical. Assim, Ben convenceu Amy a formarem uma banda. A banda, que até aquele momento era formada por apenas Ben, que fazia guitarras, baixo e arranjos eletrônicos; e Amy, responsável pelo piano e vocais; passaram por vários nomes como Childish Intentions e Strycken até resolverem chamar a banda de Evanescence, que significa Renascimento Influenciados pelo som de artistas como Danny Elfman, Type O Negative, Portishead e Sarah McLachlan, uma das primeiras composições gravadas pela dupla chama se “Understanding”, que é definida pelo guitarrista, Ben Moody, como “um gótico ridículo de sete minutos”. Mesmo assim, uma emissora de rádio de Little Rock, a KABF, passou a tocá-la num programa co-apresentado por Brad Caviness. Através desta divulgação, o Evanescence foi ganhando reputação e logo tornaram-se conhecidos em Little Rock. Apesar disso, por falta de condições para pagar outros músicos, a dupla ainda não tinha feito nenhuma apresentação ao vivo. Entre 1997 e 1998, o Evanescence lança demos que levavam apenas quatro faixas, incluindo “October”. O primeiro EP, lançado em dezembro de 1998 pela gravadora Bigwig Enterprises, leva o próprio nome da banda: Evanescence EP; e conta com as participações de William Boyd, Matt Outlaw e Rocky Gray. Este trabalho, que trazia apenas sete faixas, foi lançado na primeira apresentação ao vivo realizada em um bar chamado Vino’s, em Litlle Rock. Todas as cem cópias disponibilizadas para venda esgotaram-se na mesma noite da apresentação. Com a popularidade fortalecida, porém, conhecida apenas regionalmente, a banda produz e lança em agosto do ano seguinte, mais um EP, “Sound Asleep/Whisper EP”, além de “Give unto Me”, traz mais cinco faixas. Mas a gravadora produziu apenas cinquenta cópias. A partir deste momento, o Evanescence já contava com músicos para suas apresentações ao vivo: David Hodges, John LeCompt e Rocky Gray. O próximo trabalho já começa a ser preparado. A gravadora Bigwig Enterprises decide investir nos jovens e talentosos músicos de Little Rock. O repertório foi cuidadosamente montado com treze faixas, entre elas, “My Immortal” e “Imaginary”. Origin foi produzido por Brad Caviness e lançado em novembro de 2000 numa edição com 2500 cópias. Além de Ben e Amy, David Hodges, como baterista, tornou-se integrante oficial. Também participaram das gravações William Boyd, Bruce Fitzhugh, Stephanie Pierce e um grupo composto por quatro vozes femininas que fez coral em “Field of Innocence”. Desse modo, o Evanescence, aos poucos, conquistava seu espaço e uma maturidade musical das bandas veteranas. Mas ainda faltava um golpe de sorte que lhes desse a oportunidade de se projetar por toda a América. Isto aconteceu quando o produtor e executivo da gravadora Wind-Up Records, de Nova York, Peter Mathews, conheceu o trabalho da banda em um estúdio de Memphis, Tennessee. Era o detalhe que faltava. Peter apresentou os jovens músicos à gravadora e o contrato foi assinado. Wind-Up e Evanescence trabalharam durante dois anos montando o repertório do primeiro álbum.
- Fallen
Fallen, gravado em Los Angeles, trouxe onze faixas em seu repertório, a maioria composta pelo trio Amy Lee, Ben Moody e David Hodges. Nas gravações deste trabalho, David assumiu o piano e teclado. A maior parte da produção ficou por conta de Dave Fortmann, mas Ben e Jay Baumgardner também cooperaram em “Bring me to life” e “My Immortal”, respectivamente. Além dos músicos da banda, Francesco DiCosmo e Josh Freese participaram da gravação. A vendagem desse CD foi de catorze milhões de discos no mundo inteiro. Fallen foi o disco que definitivamente lançou a banda para o mundo e que rendeu muitos dólares e reconhecimento. Neste momento, a formação já estava estabilizada, com os amigos John LeCompt (guitarra), Rocky Gray (bateria) e Will Boyd (baixo), e pronta para percorrer o mundo em turnês. Em apenas seis semanas o álbum vendeu mais de um milhão de cópias e conquistou o disco de platina. As canções “Bring Me To Life” e “My Immortal” foram inclusas na trilha sonora do filme O Demolidor (Daredevil), fato que contribuiu muito para a popularidade da banda. Ainda, as quatro primeiras faixas de Fallen ganharam uma versão videoclipe: “Going Under”, “Bring Me To Life”, “My Immortal” e “Everybody’s Fool”.
- Desentendimentos na banda
Em 24 de outubro de 2003, durante uma turnê européia, Ben Moody anuncia seu desligamento da banda. A notícia foi recebida com perplexidade e decepção pelos fãs. Os motivos que levaram Ben a tomar esta atitude não ficaram muito claros. Por um tempo, os integrantes evitavam tocar no assunto. Mas um tempo depois, Amy declarou que a “sintonia” entre eles já não era como antes e, para o bem da banda, um deles tinha que sair. Amy disse também que Ben foi mesquinho ao abandoná-los em plena turnê. Para seu lugar, Terry Balsamo foi convidado para acompanhá-los até o fim das apresentações. Logo depois Terry Balsamo assumiu oficialmente o lugar de Ben, sendo efetivado no início de 2004. Amy Lee diz ter sido por causa da amizade que Terry criou com a banda e pelos elogios dos integrantes em suas apresentações, mais ainda pelo fato de Amy ter conhecido o potencial que Terry tinha para compor. Ben deu continuidade em sua carreira musical produzindo e gravando com outros artistas. No ano de 2004 a popularidade do Evanescence foi ampliada e a banda mostrou à mídia e aos fãs que a saída de Ben não atrapalhou a carreira. Até fevereiro, somente nos Estados Unidos, Fallen já tinha vendido mais de quatro milhões de cópias. Premiações como os diversos Grammy europeus; além de várias indicações e outros tantos prêmios conquistados na imprensa especializada, fizeram a rotina da banda naquele ano. Porém, boatos em torno do suposto namoro de Amy e Ben, contribuíram, negativamente, para uma maior exposição do grupo na media.
- Anywhere But Home
Em novembro de 2004, foi lançado pela mesma gravadora o CD e DVD gravado em Paris Anywhere But Home. O DVD contém treze faixas e os quatro videoclipes, além de quase uma hora de bastidores. O CD contém as treze faixas do DVD e um bônus, a canção “Missing” gravada em estúdio. Neste mesmo ano tiveram início os boatos sobre o próximo álbum. No início de 2005, a canção “Breathe no More” é inclusa na trilha sonora do filme Elektra. Este foi um ano difícil para o Evanescence. Inicialmente, o americano Trevin Skeens processa a gravadora, afirmando que comprou o DVD Anywhere but home e se sentiu ofendido com a canção “Thoughtless” Devido a alguns termos usado na música, tais como palavrões. Skeens exigiu uma indenização de 57 mil dólares. Em seguida, os produtores do filme As crônicas de Nárnia – O leão, a feiticeira e o guarda-roupa recusam uma música que a banda fez para a trilha sonora. “Eu escrevi uma música para o filme, que eu amo muito, mas ela foi rejeitada pela produção” comentou Amy Lee no Evboard, um fórum virtual americano utilizado pela banda para manter contato com os fãs sobre novidades. “Eles disseram que a música era ‘muito dark’ e ‘muito épica’, eu pensei sobre isso e decidi que não vou prejudicar minha arte por nada”.
- The Open Door
Em seguida, Amy processa seu empresário Dennis Rider, por assédio sexual e o guitarrista Terry Balsamo tem um derrame cerebral. Apesar dele ter se recuperado rapidamente, isto adiou o lançamento do álbum seguinte. Apenas no início de 2006, a banda confirmou o lançamento para o dia 3 de outubro e divulga seu nome: The Open Door. Pouco antes de seu lançamento, Will Boyd decide sair da banda, afirmando que precisa passar mais tempo com a familia. Ele é substituído às pressas por Tim McCord. Pouco depois, a banda lança o primeiro single deste CD, “Call Me When You’re Sober”. O álbum tem a maioria das músicas compostas por Amy e Terry e é um álbum mais pessoal e maduro, nas palavras de Amy, o que não deixou de agradar os fãs no mundo inteiro. Em maio de 2007, Amy Lee despede John LeCompt da banda, pois, segundo ela, ele se preocupava com o seu projeto alternativo, a banda Machina. Rocky Gray também sai da banda, sem uma explicação. Expecula-se que ele saiu devido ao seu amigo, John, ter sido despedido. Então os dois retomam o Machina. São arranjados substitutos provisórios para eles, Will Hunt como baterista e Troy McLawhorn como guitarrista. Em julho, é anunciado o nome do quarto single e clip do The Open Door, desta vez a faixa escolhida foi a Good Enough, última faixa do álbum. O clip oficial, saiu em 10 de setembro de 2007, tem 4:44 ao todo, e tem efeitos especiais, muito bem feitos. Há suspeitas de haver um quinto single, entre eles, os mais prováveis são “Weight of the World”, “All That I’m Living For” e “Your Star”. Amy Lee em uma entrevista disse que assim que a turne “The Open Door Tour” acabar no dia 8 de Dezembro, a banda entrará em estúdio para a gravação de seu terceiro álbum oficial de estúdio. Ainda não há informações sobre o mesmo. Amy disse recentemente a uma revista inglesa que está ansiosa pelo próximo trabalho e conta com o apoio dos fãs, pois segundo a cantora, ela prepara uma surpresa inesperada com o álbum.
- Estilo musical
Classificar o estilo musical de qualquer banda atualmente é um problema, que não se limita apenas ao Evanescence. Geralmente os novos fãs insistem em classificar qualquer banda com uma cantora que segue alguma linha lírica como “metal gótico” (assim rotulado pela mídia, e aceito por tais novos fãs, mas não pertencente à sub-cultura gótica), o mesmo já ocorreu com a banda finlandesa Nightwish que até 2005 contava com a cantora Tarja Turunen, que segue agora carreira solo e canta em várias óperas. Porém, o primeiro álbum oficial da banda, Fallen, foi ligeiramente diferente dos trabalhos anteriores da mesma, motivo que levou muitos fãs a afirmarem que seu estilo mudou muito. O som passou a ser “dinâmico”, rápido, o que levou muitos a classificarem tal álbum como comercial. É exatamente nessa fase que a banda recebe o rótulo de nu metal, e também por ter recebido influências de outras como Korn, que pertence a esse estilo. Em entrevista à MTV, o ex-integrante Ben Moody chegou também a afirmar que a banda era um nu metal com pegadas góticas, porém, a cantora Amy Lee afirma que prefere ser rotulada como “rockeira do mal”. Mas é óbvio que todos esses problemas em estilos são apenas reflexo de um estilo recente mal compreendido e criticado por muitos, já que se tratando de um estilo de rock ele ainda é novo (1990) e tem sofrido uma série de adaptações desde que surgiu. Para se ter um exemplo, bandas como, Soulfly de também nu metal liderada pelo brasileiro Max Cavalera, utiliza-se da linha thrash metal, Korn e Slipknot, post thrash. Conflitos ainda surgirão em definir novas bandas desse estilo. Completamente compreensível para uma banda do estilo nu metal que tem origem de várias as linhas de estilo do rock.


Old Dogs

Quem gosta de rir vai adorar a notícia …que embora só vá chegar aqui em maio do ano que vem, o filme “Old Dogs” promete divertir muito, ainda mais com um elenco desses, encabeçado por John Travolta e Robin Williams!
A comédia conta a história de dois grandes amigos, um azarado homem divorciado e apaixonado (Williams) e o outro um solteirão convicto ( Travolta). Ambos têm suas vidas viradas ao avesso quando precisam tomar conta de um par de gêmeos de 6 anos (estreantes Ella Bleu Travolta e Conner Rayburn) enquanto fecham o maior negócio de suas vidas profissionais.
A direção de “Old Dogs” fica por conta de Walt Becker, já David Diamons e David Weissman ficaram com o roteiro. A produção ficou nas mãos de Peter Abrams, Andrew Panay e Robert Levy.
O longa ainda conta com um elenco estelar formado por Matt Dillon, Kelly Preston, Seth Green, Lori Loughlin e Rita Wilson ainda no elenco, o filme chega aos cinemas brasileiros no dia 14 de maio de 2010.

Noivo Neurótico, Noiva Nervosa

Alvy Singer (Woody Allen), um humorista judeu e divorciado que faz análise há quinze anos, acaba se apaixonando por Annie Hall (Diane Keaton), uma cantora em início de carreira com uma cabeça um pouco complicada. Em um curto espaço de tempo eles estão morando juntos, mas depois de um certo período crises conjugais começam a se fazer sentir entre os dois. Muitos consideram Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977), o principal passo na carreira de Woody Allen, mudando de puro comediante para um cara mais preocupado em colocar filosofia nos seus filmes. Porém, Allen não estava nem aí para o que os outros achavam: implica com um sujeito discutindo Fellini e McLuhan na fila do cinema e tira sarro dos tipos metidos a intelectual na Nova Iorque da década de 70. A verdade é que Annie Hall é um dos melhores – talvez o melhor – filme de um dos melhores cineastas da história. Allen estava no auge, tanto que depois vieram mais duas obras-primas, Interiores (78) e Manhattan (79). Mas aqui o seu negócio é falar sobre o ridículo, a dificuldade e a beleza dos relacionamentos amorosos. E faz isso de um jeito que ninguém tinha feito ou conseguiu fazer depois. A Annie Hall, do título original, é Diane Keaton, em um papel marcante, com um visual que fez moda na época: camisa branca, gravata, colete e calças largas. A maioria das peças vinha do armário da própria Diane, que gostava de se vestir com roupas de homem. Levou quatro Oscar: melhor atriz – para Diane -, melhor roteiro, melhor diretor e melhor filme. Premiação muito bem ignorada por Allen, diretor de um dos filmes mais belos que já se viu.